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Frederico Lourenço
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Nasceu em Lisboa, em 1963. Doutorou-se em 1999, na Universidade de Lisboa, com uma tese sobre os cantos líricos de Eurípides. É membro do corpo docente da Faculdade de Letras e, desde 2009, também da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Além do estudo da poesia grega, tem-se dedicado à exegese da obra de Platão e Camões. Colaborou com a Cinemateca Portuguesa na elaboração de textos e catálogos. Publicou ensaios nas revistas Journal of Hellenic Studies, Classical Quarterly, Euphrosyne, Humanitas e Colóquio-Letras. Foi colaborador dos jornais O Independente, Expresso, Público e Diário de Notícias. Traduziu a Odisseia e a Ilíada, de Homero, de que realizou também adaptações para jovens. Traduziu ainda duas tragédias de Eurípides, Hipólito e Íon. Entre a sua obra literária, contam-se a trilogia Pode um desejo imenso (2002-2003), o romance Amar não acaba (2004), o livro de contos A Formosa Pintura do Mundo (2005), a novela A Máquina do Arcanjo (2006), o volume de crónicas Valsas Nobres e Sentimentais (2007), a obra satírica Caracteres (2007) e os livros de poesia Santo Asinha e outros poemas (2010) e Clara Suspeita de Luz (2011). Da sua obra ensaística fazem parte os seguintes títulos: Grécia Revisitada (2004), Ensaios sobre Píndaro (2007), Novos Ensaios Helénicos e Alemães (2008) e Estética da Dança Clássica (2014). Já em 2015 reuniu uma série de crónicas no volume O Lugar Supraceleste.