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O mundo eletrificou-se e diz-se que, desde então, uma intensa corrente de energia humana passou a interferir impositivamente na configuração dos múltiplos sistemas do planeta.

Chamam-lhe a era do Antropoceno, Capitaloceno e de outros -cenos; há quem não especule sobre o termo mas desenvolva o seu trabalho em resposta ao impacto da presença humana na natureza; ou quem veja nesta definição geológica uma simples oportunidade de reprodução de antigos sistemas de valor – de raça, género ou classe.

O Fórum do Futuro 2017 parte de uma vontade de convocar pensadores de várias geografias culturais que, a partir de diferentes territórios científicos e artísticos, se têm dedicado a refletir sobre as questões que hoje mais agitam a estabilidade do planeta e também sobre uma complexa (e frequentemente perversa) questão: como nos devemos relacionar com a Natureza e tratar o facto de nela incontornavelmente nos inscrevermos?

Clima, Violência, Sexualidade, Tecnologia e Extinção. É nestes domínios fundamentais para o pensamento contemporâneo que, de 5 a 11 de novembro no Fórum do Futuro, poderemos descobrir e debater ideias de destruição e de salvação, para o planeta e para a humanidade, e decidir: estaremos definitivamente conformados com a ideia de que a Natureza – a do planeta e a nossa – não tem de ser o que era?



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